terça-feira, 26 de maio de 2009
domingo, 24 de maio de 2009
Era uma vez...

O programa Rio Cidade, criado em 1993, previa revitalização de ruas com iluminação pública, nova pavimentação de calçadas e vias, sinalização, entre outras melhorias. De 2001 a 2008, a Prefeitura investiu R$ 240 milhões na reurbanização de 16 bairros da cidade, incluindo a rua Uruguai, na Tijuca, zona norte da cidade.
A Uruguai é a principal via de acesso de bairros como Grajaú e Andaraí à Tijuca com intenso fluxo de carros e trânsito praticamente em qualquer hora do dia. Um dos trechos mais movimentados da via é o cruzamento com a Barão de Mesquita, longa rua, que se inicia no Grajaú e termina na São Francisco Xavier, na esquina do Colégio Militar. A rua, em sua extensão, tem sua mão invertida diversas vezes como acontece neste trecho. Confira o Infográfico
Uma das promessas do Rio Cidade era justamente ordenar o trânsito neste cruzamento. A Uruguai passaria a ser mão dupla e o cruzamento seria finalmente organizado com novos sinais de trânsito e acesso direto a continuação da Barão de Mesquita. Veja detalhes do programa
Recolho a máquina e dou minha tarefa como cumprida. Agora é só postar e botar na rede. Fico pensando se o meu relato pode surtir algum efeito. “Posto no blog e mando para alguma seção participativa de jornal”, decido. Como cidadã, eu faço a minha parte.
Como atravessar as ruas Uruguai e Barão de Mesquita
sábado, 23 de maio de 2009
Fotos, fotos e mais fotos
Sempre quis descobrir o segredo do photoshop. Como mágica, as imperfeições são completamente "maquiadas". Bom, vou lançar mão de uma piadinha sem graça, mas não me ocorre outra melhor: "não exitem fotos ruins, existem fotos sem photoshop".
O IrfanView me pareceu simples, mas na prática é preciso um pouco mais de tempo para descobrir todas as potencialidades do programa. Escolhi quatro fotos completamente diferentes para tentar explorar ao máximo os recursos. Vamos lá:
Resultado
Original
Foto 1 : Esta é a banda carioca Supergroove num show no Circo Voador, na Lapa. Nesta foto, estão o guitarrista Heitor Nascimento e a cantora Barbara Lau. As cores originais estão meio "desfocadas" e não transmitiam a energia do solo de guitarra. Usei o "color correction" e escolhi graduações diferentes, obtendo uma luz "rosa" ao fundo, que me agradou bastante. Também descobri a galeria de "effects" e optei pelo "3Dbutton", que me deu esta moldura.
Resultado
Original
Foto 2 - Árvore em Ibitipoca, Minas Gerais. Esta linda foto me deu muito trabalho. Quis apagar a data da imagem, mas creio não ter escolhido o recurso certo. Abri o "Paint Dialog" que me ofereceu "ferramentas" diversas. Fui pelo mais óbvio: a borracha. Não deu certo. Tentei "selecionar" outro trecho de grama e colar em cima da data, mas também não ficou bom. Então, resolvi criar uma espécie de "etiqueta" e adicionei o nome do local à foto. Bom, não é um recurso fotojornalístico, mas poderia deixar esta foto no meu álbum particular. Adorei a galeria de "effects" e usei o "Oil paint". Mexi na graduação das cores. Obtive uma luz parecida com o outono! Ficou parecendo uma pintura.
Resultado
Original
Foto 3 - Lula na Fiocruz. Este é o típico exemplo de foto jornalística. Não quis mexer manualmente na graduação da cores e usei o "auto ajust colors". Mantive o corte original. Verifiquei a qualidade da foto no "Information".
Resultado
Original
Foto 4 - Reprodução da cidade de Minas Novas, Minas Gerais. Achei que este seria um bom exercício por se tratar de uma foto "antiga". Fui novamente na galeria de "effects" e escolhi sepia e rain drops. Graduei novamente o contraste da foto no manual para alcançar mais luminosidade. Não quis tirar a moldura.
O IrfanView me pareceu simples, mas na prática é preciso um pouco mais de tempo para descobrir todas as potencialidades do programa. Escolhi quatro fotos completamente diferentes para tentar explorar ao máximo os recursos. Vamos lá:
Resultado
OriginalFoto 1 : Esta é a banda carioca Supergroove num show no Circo Voador, na Lapa. Nesta foto, estão o guitarrista Heitor Nascimento e a cantora Barbara Lau. As cores originais estão meio "desfocadas" e não transmitiam a energia do solo de guitarra. Usei o "color correction" e escolhi graduações diferentes, obtendo uma luz "rosa" ao fundo, que me agradou bastante. Também descobri a galeria de "effects" e optei pelo "3Dbutton", que me deu esta moldura.
Resultado
OriginalFoto 2 - Árvore em Ibitipoca, Minas Gerais. Esta linda foto me deu muito trabalho. Quis apagar a data da imagem, mas creio não ter escolhido o recurso certo. Abri o "Paint Dialog" que me ofereceu "ferramentas" diversas. Fui pelo mais óbvio: a borracha. Não deu certo. Tentei "selecionar" outro trecho de grama e colar em cima da data, mas também não ficou bom. Então, resolvi criar uma espécie de "etiqueta" e adicionei o nome do local à foto. Bom, não é um recurso fotojornalístico, mas poderia deixar esta foto no meu álbum particular. Adorei a galeria de "effects" e usei o "Oil paint". Mexi na graduação das cores. Obtive uma luz parecida com o outono! Ficou parecendo uma pintura.
Resultado
OriginalFoto 3 - Lula na Fiocruz. Este é o típico exemplo de foto jornalística. Não quis mexer manualmente na graduação da cores e usei o "auto ajust colors". Mantive o corte original. Verifiquei a qualidade da foto no "Information".
Resultado
OriginalFoto 4 - Reprodução da cidade de Minas Novas, Minas Gerais. Achei que este seria um bom exercício por se tratar de uma foto "antiga". Fui novamente na galeria de "effects" e escolhi sepia e rain drops. Graduei novamente o contraste da foto no manual para alcançar mais luminosidade. Não quis tirar a moldura.
domingo, 17 de maio de 2009
Buscando a cura do stress

Cura do stress?! Eis uma questão interessante para a nossa época. Diante de oito sistemas de buscas, achei que o exercicio 4 fosse relativamente simples. Como vocês podem observar pela tabela ao lado, a resposta para a minha busca foi nula. Fiquei diante de uma questão: se a cura do stress existe, não está na rede! Nenhum sistema de busca foi capaz de me fornecer resultados satisfatórios para o tema. A tabela chama a atenção para blogs além de terapias em clínicas alternativas e um vídeo engraçadíssimo. Como usuária, isso me aponta para questões preocupantes como a necessidade de filtros mais eficazes de busca e o desafio de conseguir na rede uma "fonte" verdadeiramente confiável. Neste caso, apenas em espaços restritos como sites de bibliotecas, universidades ou noticiosos. Ou seja, a busca simples (e que não geraria stress?!) precisa ser revestida de certa intimidade com banco de dados "avalizados", exigência que não pode ser um empecilho para o usuário.
Bom, talvez sejamos "vítimas" do próprio excesso de informação da rede que nos impede de "chegar precisamente ao ponto". Mas, peraí, uma busca sobre a cura do stress pode causar ainda mais stress? Uma solução satisfatória, que poderia facilitar a vida do usuário, seria a adoção de técnicas mais eficientes para “elevar” a posição das páginas numa pesquisa específica. Usamos este mecanismo no caso do Portal Fiocruz de modo que ele pudesse ser encontrado logo nas primeiras opções de busca. No entanto, é mais fácil pensar nesta indexação para um produto específico.
sábado, 16 de maio de 2009
Por dentro da Gripe A

O Portal da Fundação Oswaldo Cruz "nasceu" em maio de 2005. Foi a iniciativa web mais relevante da instituição centenária, localizada em Manguinhos, no Rio de Janeiro. A Fiocruz, referência em saúde pública na América Latina, ganhou um espaço de serviço, ensino, pesquisa e notícias de saúde e ciência e tecnologia. Desde então, a equipe mantém atualizada a área de notícias, sempre com o foco no nosso usuário, que pode ser o cidadão, o estudante, o pesquisador e o profissional de saúde. O nosso trabalho tem como meta o esclarecimento à população a respeito de temas de saúde.
Através do serviço "Fale Conosco", temos um excelente "termômetro" das demandas do usuário. O acesso ao Portal Fiocruz costuma crescer, especialmente, quando um tema de saúde é explorado pela mídia. Tivemos pico de acesso na ocasião da vacina da febre amarela, na epidemia de dengue, gripe aviária e muitos outros. Agora, o “tema da vez” é a gripe A (H1N1). Além dos especialistas da instituição, contamos com a “rede” de parceiros, formada pelo Ministério da Saúde, universidades, prefeituras e governos estaduais e federais. Pude, então, testar o RSS e o Google Reader para me manter atualizada sobre a gripe A (H1N1).
Busquei o RSS do nosso Portal e instalei facilmente o Feedreader. Já tinha testado o serviço para checar as nossas ‘notícias” em formato RSS. Mas, desta vez, resolvi ampliar a leitura e acrescentei diversos sites noticiosos como a BBC, Agência Brasil, O Globo, Extra, Folha de São Paulo e Ministério da Saúde, formando assim um enorme “painel” da Gripe A no Brasil e no mundo.
O que mais me chamou atenção foi a leitura rápida e personalizada. Fiquei imaginando que entrar a todo instante naquela quantidade de páginas ia me custar um tempo valioso e várias janelas abertas ao mesmo tempo. Este “monitoramento” também me permitiu ter uma visão da nossa atuação como instituição “produtora de notícias desta área”.
Acessei o Google Reader com a minha conta gmail e repeti os sites acima. Achei o “layout” mais amigável e a dinâmica bem parecida com o Outlook. Gostei, especialmente, de poder dividir o conteúdo em pastas e também do recurso de marcar com a estrelinha as noticias mais relevantes. Aproveitei, também, o sistema de compartilhamento e enviei as demais jornalistas da equipe o conteúdo mais relevante da gripe A (H1N1). Também pude atualizar mais rapidamente as notícias que chegavam do Ministério da Saúde.
Diante as vantagens, passei a usar mais o Google Reader e cheguei a acessá-lo do computador aqui em casa. Como usuária, creio que esta é a grande vantagem do Google Reader. Você pode acessá-lo de qualquer lugar! É perfeito para quem viaja muito, usa diversos computadores ou tem internet banda larga. Já o Feedreader é indicado para quem vai ler os RSSs sempre no mesmo computador.
Creio que os leitores de RSS são enormes facilitadores do trabalho jornalístico na Web. Numa única tela, é possível ter uma infinidade de sites ao mesmo tempo. Serve para quem está “monitorando” a concorrência ou para jornalistas com o meu perfil, que trabalham como prestadores de serviço à população. Como “time is money” na web, a leitura personalizada pode fazer a diferença. Mas, veja bem, meu caro: na hora do lazer, descubra um site novo a cada dia.
domingo, 10 de maio de 2009

Usando o Google em busca de conceitos e opiniões sobre a Web 2.0, eis que me deparo com um novo software! O Visual Typewriter converte o computador numa máquina de escrever “clássica”, com a sua tipografia característica e uma diversidade de folhas para usar. Até o som das teclas está incluído! Quer dizer, a minha velha ferramenta de trabalho agora é cult?! Em 15 anos, passei dos tic tac das teclas para apenas um clique e agora posso juntar tudo isso numa imensa salada cibernética.
No início dos anos 90, quando as primeiras máquinas começaram a chegar às redações, as opiniões se dividiram, mas todos concordavam que a brutal mudança no processo de trabalho era definitiva. Terminava, ali, uma maneira de fazer jornalismo, e descortinava-se um universo desafiador. Sou fruto desta geração, com quase 40 anos, que fica no meio do caminho entre o antigo e o novo.
De cara, a Web 1.0 acelerou a comunicação com a troca de e-mails e os instant messengers além da adoção da tecnologia Voip (Voz sobre IP), que permitia a comunicação por voz pela internet a um preço menor do que os praticados pelas operadoras de telefonia, segundo artigo de Robson da Silva. Como repórter de saúde, eu me lembro das primeiras entrevistas por mail e messengers, que me permitiam ampliar as minhas fontes, e conversar com especialistas de universidades e centros de pesquisas fora do Brasil em curto espaço de tempo. Um passo inimaginável comparado às “velhas” entrevistas por telefone!
Já neste final da primeira década do século 21, assistimos a crescente interatividade e simplicidade de conteúdo e navegação como as maiores conquistas da Web 2.0. O termo apareceu conceituado pela primeira vez por Tim O'Reilly durante série de conferências, sobre o mesmo tema, promovidas pela O'Reilly Media e pela MediaLive International. Reilly, autor do texto O que é Web 2.0, ressalta o foco no usuário, o serviço de busca de dados e as redes sociais.
Aliás, pontuando a Netscape e Google como empresas símbolos da Web 1.0 e da Web 2.0, fica mais fácil localizar as diferenças. A Google investiu em forte banco de dados especializado e em aplicativos como Gmail, Blogger, Google Maps, Google Calendar, que facilitam o acesso do usuário a informação. Já a Netscape investiu no “navegador” e no domínio de mercado.
Também mudou a edição de páginas que na Web 1.0 era feita por um especialista e agora pode ser administrada pelo usuário. Ou seja, o usuário ganhou “mais poder” na geração de conteúdo, podendo remixar o material produzido por outro usuário, classificar informações como quiser e interagir com interfaces inteligentes.
Hoje, como pesquisadora de comunicação, o que mais me chama atenção é a crescente exploração de subjetividades que a Web 2.0 permite através do amplo uso de redes sociais (Orkut, Facebook, Twitter e etc). Trocando em miúdos: a Internet está cada vez menos ligada a computadores, e sim às pessoas que a utilizam como uma poderosa ferramenta de comunicação. Sentada em frente ao computador, me espanto com a passagem do tempo, enquanto termino o download do Visual Typewriter.
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